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Política - MT - Estado - Parado

Botelho critica atraso em projetos: “Incompetência do Governo"

Presidente da Assembleia reclamou da “inércia” do Poder Executivo em encaminhar mensagens

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (PSB), teceu duras críticas ao Governo do Estado nesta quinta-feira (03), classificando-o de “incompetente”.

A irritação do presidente é por conta do atraso, por parte do Poder Executivo, em encaminhar à Assembleia Legislativa projetos considerados importantes, como a PEC do Teto de Gastos e as reformas administrativa e tributária.

O imbróglio vem se arrastando desde o ano passado, já que o governador Pedro Taques (PSDB) prometeu, sucessivas vezes, encaminhar os textos, o que não aconteceu até agora.

“Estou irritado, claro, com toda essa lentidão. Estamos com o Estado parado e há uma lentidão muito grande do Governo. A inércia é por incompetência da equipe toda. O Governo é uma equipe”, disse Botelho, em entrevista rápida à imprensa, na Assembleia.

O presidente do Legislativo afirmou ainda que nem quer mais tocar nesses assuntos, tamanha a “inércia” do Poder Executivo.

“Eu não falo mais nada. A lentidão do Governo está tão grande que não dá mais para falar nada. Não falo mais. Essa reforma tributária era para dezembro e não veio até hoje. Já estamos no segundo semestre e não veio. Essa PEC era para vir dezembro e não veio. A reforma administrativa, a mesma coisa. Resumindo: não veio nada e não saiu nada”, afirmou.

“A inércia do Governo é tão grande, que não dá mais para eu falar nada”, completou o presidente.

Na última quarta-feira (02), o líder do Governo na Assembleia, deputado Dilmar Dal'Bosco (DEM), havia dito que o governador deve reunir na próxima semana os parlamentares da base aliada para “alinhá-los” na discussão da proposta do Teto de Gastos.

“Surdo e mudo”
Mais cedo, o presidente já havia criticado o Governo por conta dos atrasos no pagamento do duodécimo (repasse constitucional) aos Poderes e instituições.

Segundo Botelho, esta situação também vem se arrastando há algum tempo e o governador não estaria se mostrando disposto a discutir o problema.

“O duodécimo é um direito constitucional. Ele tem que pagar, não tem como. Nós estamos sendo complacentes com ele, mas precisa realmente haver uma negociação do pagamento disso. Não pode simplesmente ficar quieto, fazer de surdo-mudo, ‘não sei de nada’ e tocando o barco para frente. Não é por aí também”, afirmou.

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