Bem-vindo ao site do Norte de Mato Grosso, Peixoto de Azevedo/MT, quinta 14 de dezembro 2017
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Política - MT - Operação - Malebolge

Botelho encaminha resolução ao TRF e espera soltura imediata

Deputado do PSD foi preso um dia após a deflagração da Operação Malebolge, da Polícia Federal

O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (PSB), afirmou que irá encaminhar ao Tribunal Regional Federal (TRF) a Resolução aprovada pelo Legislativo, na última terça-feira (24), e que determina a soltura do deputado estadual Gilmar Fabris (PSD).

Segundo Botelho, a expectativa é de que a libertação do parlamentar ocorra imediatamente, após o TRF receber o documento.

“Nós fizemos a nossa parte, votamos aqui na Casa. Agora, é a Procuradoria da Assembleia e o advogado do deputado que vão tomar as providências”, disse Botelho, na manhã desta quarta-feira (25).

“Penso que o TRF vai acatar a decisão da Assembleia. Acredito que tem que ser enviado e imediatamente ser feita a soltura do deputado", afirmou Botelho.

Fabris foi preso em 15 de setembro, um dia após a deflagração da Operação Malebolge, da Polícia Federal, que investiga fatos relacionados à delação premiada do ex-governador Silval Barbosa, de sua família e de seu ex-assessor Silvio Araújo.

A decisão em revogar a prisão do deputado foi aprovada por 19 votos a favor, nenhum contra e cinco abstenções, durante sessão na noite de terça (24).

O parlamentares adotaram como base o recente entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu que as casas legislativas têm o direito de votar sobre prisões e medidas cautelares impostas contra parlamentares.

Obstrução

Conforme a PF, Gilmar Fabris obstruiu a investigação por supostamente ter sido informado antecipadamente a respeito da operação.

Ele deixou seu apartamento, em Cuiabá, meia hora antes da chegada dos policiais federais, o que fez a PF entender que ele tinha informação privilegiada.

Naquele dia, ele se digiriu para compromissos políticos em Rondonópolis, onde ficou sabendo do decreto de prisão.

O deputado então retornou para a Capital e se entregou na Superintendência da Polícia Federal, na tarde do dia 15.

Fabris retornou sob escolta do delegado Anderson Vieira.

Ele diz que houve apenas um mal entendido e que não obstruiu a investigação. Garante que não ocultou provas.

Fabris foi citado por Silval como um dos deputados a quem ele pagava mensalinho para a aprovação de projetos de interesse do Executivo.

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