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Política - MT - Grampos - S/A

Coordenador da campanha de Riva em 2014 também foi vítima dos grampos

Advogado José Antônio Rosa foi coordenador da campanha de José Riva em 2014

O advogado José Antônio Rosa também foi vítima das interceptações telefônicas clandestinas em Mato Grosso. Pelo menos é o que aponta o documento assinado pelo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Rui Ramos. O documento foi divulgado pelo site FolhaMax nesta quarta-feira (12).

De acordo com a reportagem do jornalista Cláudio Moraes, Rui Ramos encaminhou o documento com 240 números para que as operadoras de telefonia passem informações e dados das interceptações entre janeiro de 2014 e maio de 2017.

Antônio Rosa é o segundo advogado que aparece na lista dos grampos clandestinos que foram feitos no âmbito da Policia Militar de Mato Grosso. Antes, o advogado José Patrocínio, que foi coordenador jurídico da campanha para governador de Lúdio Cabral (PT) em 2014, também foi vítima dos grampos.

Rosa é conhecido como um influente advogado que atua em campanhas eleitorais. Em 2014, coordenou a campanha do ex-deputado José Riva para o governo. Porém, com o impedimento de Riva, a ex-secretária Janete Riva (PSD) assumiu a candidatura.

De acordo com as denúncias, o "Escândalo dos Grampos" iniciou em 2014, antes das eleições.

A nossa reportagem tentou entrar em contato com Antônio Rosa, porém, ele não atendeu e nem retornou as nossas ligações.

Escândalos

O "Escândalo dos Grampos" vieram à tona no dia 11 de maio, após uma equipe do Fantástico da Rede Globo, ter iniciado suas gravações para a repoprtagem que foi ao ar no dia 14 de maio. No mesmo dia, o ex-secretário-chefe da Casa Civil Paulo Taques, deixou o governo para defender o governador Pedro Taques (PSDB) no caso que já estaria sob investogação na Procuradoria Geral da República (PGR).

Entre os alvos dos grampos ilegais estavam a deputada Janaína Riva (PMDB), o jornalista José Marcondes, o Muvuca, e as ex-servidoras Tatiana Sangalli Padilha e Caroline Mariano, além de desembargadores e outras autoridades.

Presos

O ex-comandante da PM, coronel Zaqueu Barbosa e o cabo Gérson Luiz Correia Junior foram presos no dia 23 de maio em razão do Inquérito Policial Militar (IPM) que está em andamento na Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

Já no dia 23 de junho, o até então secretário-chefe e o secretário-adjunto da Casa Militar, coronéis Evandro Lesco e Ronelson Barros, respectivamente, foram presos também por conta das investigações sobre os grampos clandestinos. Na ocasião também foram presos os também foram presos o comandante do 4º Batalhão da PM em Várzea Grande, região metropolitana da capital, tenente-coronel Januário Antônio Edwiges Batista, e o cabo Euclides Luiz Torezan, que estava cedido ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Todas as decisões foram do desembargador Orlando Perri.

A denúncia foi oficializada à Procuradoria Geral da República (PRG) pelo promotor de Justiça Mauro Zaque, em janeiro deste ano, exatamente um ano e um mês após ter pedido demissão do cargo de secretário de Segurança Pública do Estado (Sesp).

Zaque alega que pediu exoneração do cargo após informar o governador sobre o caso e ter exigido a exoneração do ex-secretário Paulo Taques, do comandante geral da Policia Militar de Mato Grosso, coronel Zaqueu Barbosa e de outros policiais e o governador não ter aceitado.

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