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Política - MT - Governo

Dal’Bosco defende consenso da base aliada na escolha

Para ele, uma disputa prejudicaria os parlamentares.

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Dilmar Dal’Bosco (DEM), defende consenso entre os parlamentares da base aliada no que tange ao processo de sucessão do ex-conselheiro Humberto Bosaipo. O democrata quer que o grupo defina o nome do indicado em conjunto para evitar desgaste.

Para ele, uma disputa prejudicaria os parlamentares. “Acredito que a base do governo tem que estar unida. Os deputados têm que definir um nome de consenso. Agora, não podemos ter disputa, porque acho que a disputa não faz bem para nós deputados e não faz bem para os partidos aliados da base do governo”, pontuou.

Diante disso, o parlamentar também acredita que o nome deve agradar ao governo do Estado, tendo em vista que é o governador Pedro Taques (PSDB) quem irá efetivar, ou não, a indicação. “Precisamos ter um consenso, até porque para sancionar o nome depende do governo”, frisa.

Três deputados da base aliada disputam a vaga: José Domingos Fraga (PSDB), Guilherme Maluf (PSDB) e Sebastião Rezende (PSC). Dilmar afirma que defende o nome de José Domingos, uma vez que ele vem se articulando para garantir a indicação desde que a vaga foi declarada aberta.

“A disputa, de um jeito ou de outro, sai arranhando alguém. E não é esse o nosso intuito. Eu sempre tenho declarado apoio ao deputado Zé Domingos. Eu acredito nele e, lá atrás, a gente já tinha este compromisso com ele”, pontua.

Além de priorizar a unidade do grupo quanto à indicação do substituto de Humberto Bosaipo, Dilmar vai além e afirma que a Casa de Leis já deve discutir o nome que será indicado, caso seja aberta outra vaga. “Precisamos ter um consenso quem vai agora e também o possível indicado para a próxima vaga”, disse.

As declarações do parlamentar se devem à possibilidade de aposentadoria do conselheiro Sergio Ricardo, a qual foi ventilada na semana passada.

O conselheiro Sérgio Ricardo está afastado do cargo por determinação judicial há cerca de um mês. Ele é acusado de participar de um esquema de compra da cadeira do conselheiro Alencar Soares no TCE por R$ 12 milhões.

Sergio Ricardo ocupa a vaga há três anos e cinco meses. Vale lembrar que se trata de um cargo vitalício. Desta forma, ele pode solicitar a aposentadoria proporcional.

Isto porque a Constituição estadual estabelece cinco anos como tempo mínimo para um conselheiro da Corte de Contas aposentar com salário integral. A vaga do conselheiro Sérgio Ricardo, como a de Bosaipo, é uma indicação da Assembleia Legislativa.

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