Bem-vindo ao site do Norte de Mato Grosso, Peixoto de Azevedo/MT, quinta 17 de agosto 2017
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Estado - VLT

Folha de S. Paulo aponta que VLT cuiabano irá dobrar de preço

Até agora o governo já pagou cerca de R$ 1 bilhão pela obra. O acordo que incluiu mais R$ 922 milhões ainda deve ser homologado pela Justiça Federal.

VLT deveria ter sido inaugurado há três anos.

Reportagem publicada pelo portal Folha de S. Paulo, neste sábado (15), aponta que a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Cuiabá e Várzea Grande vai custar o dobro para ser concluída, conforme prevê projeto do Governo do Estado.

As obras estão paralisadas desde dezembro de 2015 e no último dia 31 de março o governo fechou acordo com o Consórcio VLT para a retomada, que custará R$ 922 milhões a mais do que era previsto no início.

No total, o VLT custará cerca de R$ 2 bilhões. Até agora o governo já pagou cerca de R$ 1 bilhão pela obra, que deveria ter sido inaugurada há três anos, para compor como modal de transporte para a Copa do Mundo.

O acordo entre consórcio e governo ainda precisa ser homologado pela Justiça Federal e está sob análise dos Ministérios Públicos Estadual e Federal.

Confira a reportagem completa aqui

VLT

A previsão é de que sendo retomadas as obras, a conclusão do modal ocorra em dois anos.

Se retomadas em maio, o cronograma das obras prevê a entrega da primeira etapa, em março de 2018, no trecho entre o aeroporto de Várzea Grande até a estação do Porto, em Cuiabá. Até dezembro de 2018 deverá entrar em funcionamento todo o trecho da linha 1, num total de 15 quilômetros, entre o aeroporto de Várzea Grande e o Terminal do Comando Geral, em Cuiabá.

Já a linha 2, que compreende o trecho de 7,2 km entre a Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) e o Parque Ohara, no Coxipó, será entregue até maio de 2019.

Para financiar o valor necessário para a conclusão das obras, o Governo de Mato Grosso já obteve sinalização da União de empréstimo de R$ 600 milhões junto à Caixa Econômica Federal, faltando apenas aval da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Dos R$ 322 milhões restantes, o Governo já tem R$ 193 milhões em caixa do empréstimo anterior.

Com a renegociação o governo diz que o modal terá o menor preço por quilômetro do Brasil. O VLT de Cuiabá – Várzea Grande custará, ao final, R$ 44,8 milhões por quilômetro, enquanto o da cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, custou R$ 56 milhões.

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