Bem-vindo ao site do Norte de Mato Grosso, Peixoto de Azevedo/MT, quarta 18 de outubro 2017
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Política - Lava - Jato

Maggi disse que disputa reeleição ao senado

Maggi se diz decepcionado com o envolvimento do seu nome na Lava Jato e disse que vai provar na Justiça sua inocência

Maggi: “as coisas continuam como antes, não vou mudar toda a minha vida por causa de Lava Jato”.

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP), diz que o seu projeto político de disputar à reeleição ao Senado Federal não mudou por conta das denúncias de dois delatores que resultaram na abertura de inquérito para apurar possível cobrança de propina para a sua candidatura ao governo de Mato Grosso em 2006 através de transações relativas de créditos judiciais firmados entre Mato Grosso e a Odebrecht.

“As coisas continuam como antes, não vou mudar toda a minha vida por causa de Lava Jato. Nem tudo que delator fala deve ser considerado como a mais pura verdade. Tem que ter provas. Não há nexo causal. A campanha foi em 2006 e o dinheiro foi pago em 2007, e não há nada que me ligue a este assunto. Não resta dúvida que esses R$ 12 milhões não chegaram para a campanha eleitoral”, disse o ministro nesta terça-feira (17) em entrevista à rádio capital FM.

No entanto, Maggi se diz decepcionado com o envolvimento do seu nome na Lava Jato. “É uma situação inusitada que desmonta as pessoas, estou absolutamente derrotado por isso. Estou fazendo um esforço gigante para poder estar trabalhando para estar fazendo os enfrentamentos, mas isso faz parte da vida, não tem como a gente fugir. Eu como afirmei lá trás e continuou afirmando: não tenho nada a ver com isso. Não autorizei. E tenho certeza que esse dinheiro não chegou na minha campanha porque nunca ninguém comentou alguma coisa sobre esse assunto”, pontua.

Blairo também questiona algumas informações que os delatores Pedro Leão e João Antônio Pacífico.

"Eu tenho aqui uma relação de pagamentos que mandei levantar. Foram pagos pelo governo do estado R$ 18 milhões. Obviamente, estou buscando outros dados, outros números para saber o quanto realmente foi, até agora não foi encontrado nenhum outro pagamento, além deste. Então, a narrativa do delator não é verdadeira. Parte de princípios de números que não existiram. Estou procurando conhecer os números, mas não há dúvida de que esse dinheiro não chegou para campanha já que ele foi pago em 2007. Os números não fecham. As datas não fecham. O delator tem a liberdade de falar o que ele quiser, agora nesse segundo momento ele terá que ter provas e documentos”, explicou.

O ex-governador ainda lembra que o responsável pela dívida era o ex-secretário de Estado Vilceu Marchetti (já falecido). “Na petição há um documento assinado pelo então secretário Vilceu, hoje já falecido, onde ele reconhece uma dívida de R$ 21,3 milhões dessa companhia e que seria pago em sete parcela a partir de dezembro de 2006. Portanto, já vem fora da campanha”, afirma Blairo.

Já em relação a denúncia de que a cobrança de propina foram mediadas pelos ex-secretários Luiz Antônio Pagot e Eder Moraes, e este último que teria feito a cobrança da propina, o ministro afirma que Eder não participou da sua campanha de reeleição.

“Ele [Eder Moraes] não tinha participação na campanha eleitoral. Nunca fez parte de nenhuma arrecadação e nem da organização. Ele não tinha qualquer função da campanha eleitoral de 2006. Disso eu tenho certeza é só conversar com as pessoas que estavam próximas da campanha. Então, eu refuto isso. Ele não faz parte da campanha”.

O ministro ainda acredita que provará sua inocência já no início do inquérito. “Não há nem inquérito ainda, há um pedido de investigação. Nós temos que mostrar ao longo desse início do inquérito e durante o inquérito, se ele prosseguir. Mas ele será arquivado porque não tem materialidade, não tem uma coisa que liga a não ser a palavra de um com palavra de outro. Nunca houve contato. Eles mesmo admitem que houve contato comigo. Eu fui surpreendido”, finalizou.

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