Bem-vindo ao site do Norte de Mato Grosso, Peixoto de Azevedo/MT, domingo 21 de janeiro 2018
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Estado - Pornografia - Infantil

PF faz operação em MT contra a pornografia infantil

Mato Grosso está sofrendo mais uma operação da Polícia Federal.

Agora é contra a pornografia infantil na internet. Além de Mato Grosso, outros 17 estados estão na mira da PF na Operação Cabrera, que tem como objetivo reprimir o compartilhamento e a posse de imagens e vídeos de crianças que seriam usadas por pedófilos.

Mato Grosso está sofrendo mais uma operação da Polícia Federal. Agora é contra a pornografia infantil na internet. Além de Mato Grosso, outros 17 estados estão na mira da PF na Operação Cabrera, que tem como objetivo reprimir o compartilhamento e a posse de imagens e vídeos de crianças que seriam usadas por pedófilos.

Cerca de 370 policiais cumprem 93 mandados de busca e apreensão, além de duas prisões preventivas e uma condução coercitiva, em 18 Estados (AC, AM, AP, BA, CE, GO, MG, MT, MS, PA, PE, PR, RJ, RO, RS, SC, SP) e no Distrito Federal.

Segundo as primeiras informações da Polícia Federal em Cuiabá a Operação reuniu informações e alvos de investigações de várias unidades do Brasil, não diretamente relacionadas entre si, mas que tratam da disseminação transnacional de pornografia infantil, por meio de redes sociais, e-mail e aplicativos de mensagens e vídeo.

A Operação unificada e coordenada pela Unidade de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia Infantil da Polícia Federal – URCOP ocorre no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

O nome da operação presta homenagem a Araceli Cabrera Sánchez Crespo, uma menina brasileira de 8 anos que foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada em 18 de maio de 1973, crime que até hoje permanece impune. Posteriormente, a data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de posse, compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, com penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código penal Brasileiro que variam de 1 a 6 anos de reclusão.

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