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Política - MT - Delação - Premiada

Silval confirma empréstimo a ex-prefeito de Sinop destinado a pagar juiz eleitoral

O valor, conforme o peemedebista, era para ser repassado ao juiz eleitoral Eduardo Jacob (falecido em 2012).

Ex-prefeito Juarez Costa teria pedido dinheiro emprestado a Silval

Em seu acordo de colaboração premiada (delação), o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) revela o empréstimo feito pelo ex-prefeito de Sinop Juarez Costa (PMDB) com o empresário Júnior Mendonça, pivô da Operação Ararath.

Em depoimento prestado em 18 de maio à procuradora da República Vanessa Cristhina Scarmagnani, Silval diz que durante o mandato de prefeito, Juarez pediu R$ 400 mil emprestados. No entanto, ele não tinha o montante, mas solicitou ajuda Júnior Mendonça, que já havia emprestado dinheiro a Juarez, durante a campanha de 2008.

O valor, conforme o peemedebista, era para ser repassado ao juiz eleitoral Eduardo Jacob (falecido em 2012). O depoimento de Silval reforça as declarações de Mendonça durante as investigações da Ararath, que revelou o repasse ao magistrado. A divergência fica em torno do valor, já que o empresário diz que levantou R$ 500 mil que foram repassados ao então presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Evandro Stábile.

Em 2014, Júnior Mendonça afirmou que Silval não queria perder força em Sinop e resolveu ajudar Juarez a se manter no cargo. À época, 2009, Silval era vice-governador e pré-candidato ao Governo.

Segundo Mendonça, o juiz Eduardo Jacob, o teria procurado, em nome de Silval, para que levantasse R$ 500 mil para o pagamento de propina a Stábile, que só emitiria decisão favorável a Juarez depois de receber o montante. Conforme Mendonça, Silval sabia que Evandro Stábile era o presidente do TRE e que Jacob mantinha estreita relação com ele.

Em 30 de junho de 2009, o presidente deferiu pedido de liminar de Juarez solicitando para voltar ao posto. Isso porque, o prefeito estava cassado em primeira instância por abuso de poder econômico e captação ilícita de votos mediante distribuição de vales combustível na eleição de 2008.

Pouco tempo depois foi deflagrada a Operação Asafe, que descobriu envolvimento de Stábile em venda de sentença. Ele foi afastado do posto antes de julgar o mérito do caso do prefeito. Em 2015, o ex-desembargador foi condenado a seis anos de prisão e, em 2016, perdeu definitivamente o cargo por conta da punição.

Juarez, contudo, por decisão do Pleno do TRE, em junho de 2012, teve seu processo arquivado. O ex-prefeito era acusado de distribuir combustível em troca de votos durante a campanha eleitoral de 2008.

Investigação
Essas afirmações fazem parte da delação premiada de Silval, que foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal. As declarações e documentos, entretanto, ainda seguem sob análise da Procuradoria Geral da República, que avalia se há ou não indícios suficientes para a abertura de uma investigação. Por enquanto, apenas um inquérito foi instaurado e tramita no Supremo. Ele aponta o ministro da Agricultura Blairo Maggi, Silval Barbosa e José Riva como líderes de esquemas no Estado

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